Conjunto da Estação Ferroviária de Rio Grande da Serra

  • Conjunto
  • Rio Grande da Serra
  • São Paulo
  • Tombado
  • Bem cuidado

Descrição

O Conjunto da Estação Ferroviária de Rio Grande da Serra compreende duas áreas assim delimitadas: Perímetro I – Estrada Guilherme Pinto Monteiro; Avenida Dom Pedro I; muros de divisa entre praça municipal e área verde sob faixa de domínio da CPTM; plataforma oeste; prolongamento da extremidade sul da plataforma oeste até a extremidade sul da plataforma leste; plataforma leste; muros de divisa de faixa de domínio da CPTM e da antiga RFFSA até o limite com o armazém antigo; parede externa sul (posterior) do armazém antigo, prolongando-se em linha reta até os muros de divisa da RFFSA com a via local sem nome; muros de divisa da RFFSA com a via local sem nome; Estrada Guilherme Pinto Monteiro. Perímetro II – Faixa de 10 metros paralela às fachadas noroeste, sudoeste e sudeste do Reservatório D’água, estendendo-se por aproximadamente 28 metros à sua frente (fachada nordeste) até o encontro com a via férrea. Prédios da Estação Ferroviária de Rio Grande da Serra situada à Estrada Guilherme Pinto Monteiro, s/nº (o corpo da estação; os sanitários; as plataformas; a passarela metálica de conexão entre as mesmas; a Cabine de Controle); Armazém antigo; Caixa D’Água, situada a sudoeste da Estação, em meio à área verde a oeste da plataforma; Reservatório D’água, situado a sul da Estação, com acesso pela via férrea.

O Conjunto da Estação Ferroviária de Rio Grande da Serra foi implantado ao longo da antiga São Paulo Railway, posteriormente denominada Estrada de Ferro Santos-Jundiaí, a primeira linha ferroviária em território paulista, que conectou o planalto ao litoral. O conjunto, composto por Estação, Armazém e Vila Ferroviária, representa o período de consolidação da companhia e promoveu o desenvolvimento da região. As tipologias arquitetônicas refletem o partido adotado pelos ingleses nas primeiras construções ferroviárias de São Paulo, com a introdução de novas técnicas como a alvenaria de tijolos e o ferro fundido. Sua vila registra a forma de moradia associada ao segmento de ferroviários e mantém o valor simbólico para a compreensão do conjunto de estações ao longo da linha.

  • Tombado em 2011
  • Processo 60309/09
  • Jurisdição Estadual
  • Inscrição inscrição nº 383, p. 111, 07/11/2011
  • Ato administrativo Resolução 76 de 19/08/2011

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